segunda-feira, 15 de outubro de 2007

DERRADEIRA

Esta é a verdade. A minha verdade. Não sou de esquerda nem de direita. Dizem-me sou de CENTRO DIREITA.
Sei lá...
Não devemos ser extremados, não é mesmo?
Mas ser o quê? Estava conversando com meu marido agora mesmo. A questão não é simplesmente sair do serviço, entendem? Quero ganhar dinheiro, trabalhar o suficiente e até um pouco mais, mas transformar. Transformar, mudar, alterar. Não ser política ou apolítica. Acho que sou mesmo centro direita.
Na minha juventude (uiiiiiiiiiiiiiiiiiii) queria ir para Cuba, dizia que deveria ter nascido na época da ditadura para lutar. Não há luta maior do que a que vivemos. Hoje em dia as armas são outras, não precisamos de ditadura. As mordaças estão aí para quem quiser colocar. Tome cuidado! Olha onde pisa! Veja com quem fala e aonde vai!
Estamos num verdadeiro BigBrother, e não é do livro que estou falando sobre o "Grande Irmão". Todos nos vêem. Todos nos escutam.
Talvez isso, essa falta de privacidade, esse contato não-humano gostaria de mudar. Creio que as ONGs têm papel importante não só na reciclagem, ensino técnico, escola para os adultos e distribuição de leite (como acontece no meu bairro). As ONGs deveriam conscientizar, ensinar a ler, a escrever, ensinar a termos (vamos todos nos juntar) pensamento crítico, e não só criticar, o que aliás é muito diferente...
Quero trabalhar num lugar que tenha orgulho de dizer: aquele é o meu lugar. Minha empresa muda o futuro e eu faço parte dele!!!
Vixeeeeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Arretado, hein!!!!
Minha visão. Nada de mais. Aliás arretado!
Pois é, o sono está chegando e a transformação do tempo não avisou o meu corpinho de que estamos no horário de verão.
Coisa de gente que quer transformar... mudar o horário...
Quanto a Saramago: UM MILHÃO DE GRITOS DE ALEGRIA E SOCOS NO AR, POIS O LIVRO "ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA" É MAIS QUE MASSA!!!!!!!
Neste final de semana assisti Ó PAI, Ó, vixe filme azedo! Bom para pensar. Primeiro parece ser mais um da indústria cultural, mas o diretor é sutil e usa a baianidade a seu favor. Meio embaralhado, como se as persoagens vivessem histórias idependentes, mas o desfecho é isso: surpreendente! De um lado a Bahia de todos os Santos e de todos os gringos; do outro a Bahia com sua pobreza, promiscuidade, obcenidades, dinheirinho fácil e sonhos perdidos.
Não posso deixar de registrar que assisti ao TROPA DE ELITE é que descobri: MINHA ESQUERDA FOI PARA CUBA!
Essa parte deixo para depois. O importante é nos vermos sempre; meio corridinho, mas sempre com muito para dizer!

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